Atualizando informações ...

" AS ABORDAGENS DA MORTE NAS GRANDES CORRENTES DO PENSAMENTO CLÁSSICO CHINÊS"

Disponibilidade: Imediata
Tabela de Medidas

Por:
R$ 800,00

R$ 760,00 à vista com desconto Pix - Vindi
ou 3x de R$ 266,67 Sem juros Cartão Visa - Vindi
Descrição Geral
<p style="box-sizing: border-box; outline: 0px; border: 0px; padding: 0px; position: relative; z-index: 0; margin: 1em 0px; width: auto; color: rgb(0, 0, 0); font-family: Roboto, sans-serif; font-size: medium;">Semin&aacute;rio Internacional de Medicina Chinesa com Elisabeth Rochat Gravado</p> <p style="box-sizing: border-box; outline: 0px; border: 0px; padding: 0px; position: relative; z-index: 0; margin: 1em 0px; width: auto; color: rgb(0, 0, 0); font-family: Roboto, sans-serif; font-size: medium;">&nbsp;</p> <p style="box-sizing: border-box; outline: 0px; border: 0px; padding: 0px; position: relative; z-index: 0; margin: 1em 0px; width: auto; color: rgb(0, 0, 0); font-family: Roboto, sans-serif; font-size: medium;"><strong style="box-sizing: border-box; outline: 0px; margin: 0px; padding: 0px; border: 0px;">Tema: &quot;</strong>AS ABORDAGENS DA MORTE NAS GRANDES CORRENTES DO PENSAMENTO CL&Aacute;SSICO CHIN&Ecirc;S&quot;&nbsp; &nbsp;&nbsp;</p> <div>A faixa f&uacute;nebre de Mawangdui</div> <div>&nbsp;</div> <div>Em 1972, um grupo de arque&oacute;logos entrou numa tumba selada em 168 a. J. C. e l&aacute; encontraram, entre outras maravilhas, uma pintura feita na seda, em forma de faixa, colocada sob o caix&atilde;o que continha o corpo da defunta. Como um tipo de talism&atilde; e de invoca&ccedil;&atilde;o, ela representava a vida invis&iacute;vel do universo, as for&ccedil;as, como o Yin Yang, os Esp&iacute;ritos da Terra e do C&eacute;u... que agem para que a vida apare&ccedil;a e que guiam nos caminhos da vida ap&oacute;s a morte. A defunta &eacute; representada na faixa, com suas almas Hun e Po, na sua dupla exist&ecirc;ncia celeste e terrestre.</div> <div>&nbsp;N&oacute;s estudaremos em especial aquilo que representam as almas Hun e Po na China antiga, por meio dos textos cl&aacute;ssicos e do que se sabe do culto dos antepassados tal como era praticado naquela &eacute;poca. A cren&ccedil;a na sobreviv&ecirc;ncia para aqueles que sabem cuidar bem da sua pr&oacute;pria vida &eacute; representada nessa faixa de forma colorida e art&iacute;stica. Ela ecoa com a grande quantidade de textos do mesmo per&iacute;odo e das ideias que podemos atribuir a eles, em particular os escritos que abordam os ritos funer&aacute;rios e a manuten&ccedil;&atilde;o da vida para continu&aacute;-la no Al&eacute;m. N&oacute;s nos basearemos nos melhores entre estes textos para esclarecer o significado da pintura exposta frente a nossos olhos.</div> <div>&nbsp;</div> <div> <div>Vida e morte</div> <div>&nbsp;</div> <div>O ser humano possui consci&ecirc;ncia de si. &Eacute; o que caracteriza o humano e constitui sua grande diferen&ccedil;a com os outros seres como os animais. Mas uma das consequ&ecirc;ncias desta consci&ecirc;ncia &eacute; o medo e a ansiedade. Cada civiliza&ccedil;&atilde;o, confrontada a este problema fundamental, tem, desde o neol&iacute;tico no m&iacute;nimo, desenvolvido concep&ccedil;&otilde;es e sistemas que permitem &agrave; vida humana prosseguir e se desenvolver apesar dos medos profundamente enraizados e cujas for&ccedil;as gigantescas parecem incontrol&aacute;veis.</div> <div>&nbsp;O animismo, o culto dos antepassados, os diferentes n&iacute;veis da no&ccedil;&atilde;o do C&eacute;u, a organiza&ccedil;&atilde;o de um sistema c&oacute;smico de correspond&ecirc;ncias... s&atilde;o respostas, no mundo chin&ecirc;s, &agrave; essa ang&uacute;stia perp&eacute;tua.&nbsp;&nbsp;</div> <div>Na China, como em todo lugar, vemos diversas atitudes, ao longo da hist&oacute;ria, assim como varia&ccedil;&otilde;es em fun&ccedil;&atilde;o dos pontos de vista.</div> <div>Qual vis&atilde;o pode ou deve ter um homem para viver sua vida em fun&ccedil;&atilde;o desta vis&atilde;o e enfrentar sua morte, sen&atilde;o sem medo, pelo menos sem o insuport&aacute;vel medo/ang&uacute;stia da aus&ecirc;ncia de sentido e do desaparecimento.</div> <div>&nbsp;No contexto do mundo chin&ecirc;s, observamos as vis&otilde;es propostas pelo Tao&iacute;smo e pelo Confucionismo (e n&atilde;o o Budismo); elas fomentaram a vida concreta de um grande n&uacute;mero de pessoas durante milenares; testemunhos hist&oacute;ricos e biogr&aacute;ficos o confirmam.</div> <div>Estas vis&otilde;es chinesas tradicionais, mesmo se elas ainda existem hoje em dia, n&atilde;o possuem mais exatamente as mesmas formas; no entanto, elas podem nos confrontar aos nossos pr&oacute;prios questionamentos sobre a morte, mas sobretudo &agrave; nossa vis&atilde;o da vida, aquela que nos permite conceber e enfrentar a morte e incorpor&aacute;-la &agrave;quilo que a excede; sen&atilde;o, n&oacute;s nos tornamos inexoravelmente suas v&iacute;timas.&nbsp;&nbsp;</div> <div>&nbsp;As vis&otilde;es propostas pelo tao&iacute;smo e pelo confucionismo diferem, mas elas repousam sob o mesmo pano de fundo chin&ecirc;s onde encontramos:</div> <div>&nbsp;-O culto dos antepassados (sendo assim uma vida depois da morte), praticados desde sempre e ainda hoje.</div> <div>&nbsp;-Uma cren&ccedil;a em almas humanas (Hun e Po) pr&oacute;prias ao indiv&iacute;duo, se separando, mas n&atilde;o desaparecendo, na hora da morte; a certeza de que o homem pode se elevar ao n&iacute;vel de esp&iacute;rito celeste, vivendo da vida do C&eacute;u Terra.</div> <div>&nbsp;-A elabora&ccedil;&atilde;o de uma cosmologia onde tudo est&aacute; ligado; cada indiv&iacute;duo &eacute; parte (tempor&aacute;ria) de um todo, nunca isolado, nunca realmente confrontado a uma natureza hostil, mas sempre parte integrante de um movimento natural.</div> <div>&nbsp;Estas vis&otilde;es, tao&iacute;sta e confucionista, tem tamb&eacute;m suas abordagens particulares, implicando uma certa forma de agir da vida, disc&iacute;pulos, pr&aacute;ticas e mesmo t&eacute;cnicas que visem a tornar mais real a incorpora&ccedil;&atilde;o de uma vida particular &agrave; vida do universo. Veremos as grandes caracter&iacute;sticas de cada abordagem e de qual imortalidade se trata em diversos contextos.</div> <div>&nbsp;Certas quest&otilde;es ser&atilde;o levantadas, tais como, por exemplo:</div> <div>- A imortalidade n&atilde;o &eacute; n&atilde;o morrer. N&atilde;o &eacute; necessariamente preservar seu&nbsp;corpo f&iacute;sico</div> <div>&nbsp;</div> <div>-A imortalidade &eacute; biol&oacute;gica ou ideal? A sobreviv&ecirc;ncia se faz no pensamento ou no corpo dos outros (os grandes mestres vivem em seus disc&iacute;pulos e os antepassados em seus descendentes)?</div> <div>&nbsp;-O que significa se tornar um &ldquo;deus&rdquo; ou &ldquo;esp&iacute;rito&rdquo; (shen)? Durante sua vida ou na hora da morte.</div> <div>&nbsp;-Qual consci&ecirc;ncia, quais as qualidades determinantes de um indiv&iacute;duo permanecem ap&oacute;s a morte, e sob qual forma?</div> <div>&nbsp;-Qual rela&ccedil;&atilde;o entre o mundo dos vivos e o dos mortos? A import&acirc;ncia dos ritos na convivialidade e na liga&ccedil;&atilde;o entre vivos e mortos.</div> <div>&nbsp;N&oacute;s abordaremos tamb&eacute;m a no&ccedil;&atilde;o da morte na perspectiva das Quatro Esferas do grande fil&oacute;sofo contempor&acirc;neo Feng Youlan (1895-1990).</div> </div> <p>&nbsp;</p>
Formas de Pagamento
Avaliações

Produtos visualizados

Carregando ...